}

29 outubro 2014

10 filmes que vão te fazer ver a vida de outro jeito

Drama, um dos meus tipos favoritos de filmes, principalmente se ele trouxer uma história inspiradora e me fizer chorar. Acho que vocês já perceberam que eu adoro coisas que me arrancam lágrimas, certo? haha Mas é bem assim que funciona comigo, quanto mais o filme me emocionar, mais eu vou achar ele perfeito! E é para isso que os dramas servem, certo?
Nesse tipo de filme é possível levar mais do que apenas algumas horas de diversão, mas também algumas lições valiosas para nossas próprias vidas. Eles nos dão a oportunidade de ver o mundo por uma perspectiva diferente da qual estamos acostumados, nos mostram que lá fora as coisas podem não ser exatamente iguais para todo mundo. Eles também nos ensinam a reconhecer nossos próprios erros e limitações, e pode, em alguns casos, fazer com que passemos a ver a vida de outro jeito.
Então, listo aqui meus dramas favoritos e que podem (e devem) causar muitas lágrimas e passar lindas mensagens!

1 - Um Sonho Possível

Estrelado pela maravilhosa Sandra Bullock, este filme é baseado no livro "The Blind Side: Evolution of a Game" e conta a história real do jogador de futebol americano, Michael Oher. O filme relata como as vidas de "big Mike", um garoto negro, pobre e desabrigado, e a da família Tuohy se encontram. Sou apaixonada por esse filme desde que o conheci e sempre paro para assistir toda vez que passa na TV. O que mais me comove nesse filme é a relação que Leigh Anne (Sandra Bullock) desenvolve com Michael, e a ligação que eles criam instantaneamente. É simplesmente uma história que te faz pensar na importância e na força da família e se você nunca viu, deveria! O filme é tão bom, que rendeu à Bullock um Oscar de melhor atriz (2010).



2 - Intocáveis

Esse é um filme francês e também conta uma história real. Nele conhecemos o milionário Phillipe, um homem de meia idade que ficou tetraplégico após um acidente ainda jovem, em sua procura por um novo cuidador. Após entrevistar dezenas de enfermeiros capacitados, Phillipe decide escolher Driss, um senegalês criado nos subúrbios de Paris e que acabara de cumprir 6 meses de prisão. Muito mais que a história de um deficiente, esse filme se trata de uma história de amizade, onde tudo o Phillipe queria era alguém que não sentisse pena dele e o tratasse como pessoa, lhe devolvendo a vontade e o prazer de viver. É um filme lindo, garante fortes emoções e você com certeza deve ver!




3 - Uma Prova de Amor

Esse eu tenho certeza que você deve conhecer. Com Cameron Diaz no papel de Sarah Fitzgerald, este filme conta a história de como Kate, que sofre de leucemia, e  Anna, fruto de fertilização in vitro para salvar a vida da irmã, lidam com a doença, os problemas familiares e as consequências de uma grande decisão. Este é, basicamente, um filme sobre superação e amor incondicional.



4 - As Vantagens de Ser Invisível

Um dos mais atuais, esse filme ficou bem conhecido tanto por seu elenco, que conta com nomes como Logan Lerman, Emma Watson e Nina Dobrev, mas também por sua linda e emocionante história. Na trama, Charlie, um garoto de 15 anos e que sofre de vários problemas psicológicos, se muda para uma nova cidade e uma nova escola logo após perder seu único amigo. No começo Charlie se sente muito sozinho e seus problemas começam a piorar, até que ele conhece Sam e Patrick, dois irmãos que irão mudar a história e o destino do garoto. O mais interessante nesse filme é poder ver como Charlie sempre esteve exposto às perdas e traumas, e mesmo assim era tão difícil para que qualquer outra pessoa pudesse notar pelo que ele estava passando.




5 - O Lado Bom da Vida

Não sei se estou sendo justa, mas vou confessar que dentre todos dessa lista, este é definitivamente o meu favorito. Ele tem a formula da perfeição, veja: Jennifer Lawrence + Bradley Cooper + uma história maravilhosa. Tinha como não ser o meu favorito? Nesse filme conhecemos Patrick Peoples, um ex-professor que sofre de transtorno bipolar e passou 8 meses em uma clínica após surtar ao flagrar sua esposa, Nikki, o traindo em sua própria casa. Decidido a ter a mulher de volta, Pat se dedica à melhorar e aceita jantar com um casal de amigos que ainda mantém contato com Nikki, e é nesse jantar que conhece Tiffany. Viúva, viciada em sexo e com sérios problemas psicológicos, Tiffany se propõe a ajudar Pat à reconquistar Nikki, contanto que ele aceite participar do concurso de dança com ela. É um drama sem mimimi e chorôrô, para quem não curte os lencinhos. Se você ainda não conhece, tá perdendo tempo!




6 - A Procura da Felicidade

Este é um filme de 2006 (fiquei surpresa também!) que você definitivamente deve conhecer. Nele conhecemos a história de Chris Gardner, um pai que perde tudo e se vê sem ter onde morar com seu filho de 5 anos, tendo de passar noites em banheiros de metrô e albergues para desabrigados. Em uma esperança inabalável, Chris resolve aceitar um estágio para vender ações em uma importante corretora e vê seu futuro mudar ao sangue de seu próprio esforço. É uma linda lição de coragem, esperança e persistência, e o melhor de tudo, inspirado em uma história real (lágrimas são liberadas).


7 - 28 Dias

Esse foi um filme que eu conheci por acaso, num dia que zapeava pelos canais de televisão e parei quando vi Sandra Bullock, de cabelo curtinho, num filme que nunca tinha assistido e não me arrependi. Nele conhecemos Gwen Cummings, uma jornalista viciada em drogas e álcool, que abusa da má companhia do noivo e acaba batendo uma limousine por dirigir bêbada. Levada à julgamento, Gwen é obrigada à escolher entre ir para a cadeia ou passar 28 dias em uma clínica de reabilitação, para onde acaba indo, apesar de ser totalmente resistente à qualquer tipo de ajuda. Mas as coisas começam a mudar quando ela conhece os outros internos, e consegue enxergar para si mesma novos caminhos que ela nem imaginava.  Este é o único filme que eu conheço que aborda e mostra como é a vida de um dependente químico em recuperação.







8 - Antes de Partir

Estrelado pelos mitos Morgan Freeman e Jack Nicholson, esse filme nos mostra como dois senhores que sofrem de câncer decidem deixar o hospital e realizar todas as coisas que desejam antes de morrer. É um filme que nos faz pensar em tudo o que não fizemos em nossas vidas e na importância que deixamos de dar para as coisas simples.



9 - Lado a Lado

Lançado em 1998, este filme traz uma das histórias mais emocionantes e lindas de todas. Para quem não conhece,  nesta trama vemos Jackie, mãe de Anna e Ben e recém separada do marido, que luta para criar os filhos e aceitar a nova namorada do ex, a fotógrafa Isabel. Odiada tanto pela mãe quanto pelos filhos, Isabel dá o seu melhor para agradar as crianças, mas acaba sempre mal tratada por todos. Toda a história muda quando Jackie é diagnosticada com câncer e vê em Isabel a única maneira de dar uma mãe para seus filhos. Este é um filme muito profundo (ao menos para mim) que eu recomendo para quem é amante das lágrimas e fortes emoções. Ele nos mostra que o amor de uma mãe vai além de qualquer orgulho, e que ela fará de tudo para garantir que eles tenham alguém em quem se apoiar quando ela não mais puder. (Desculpem, mas eu não consegui achar um trailer legendado :/)





10 - As Sessões

Este é, de todos, o filme mais diferente dessa lista, e é exatamente por isso que me chamou tanto a atenção. Lançado em 2013, o filme conta a história real de Mark O'brien, um escritor e poeta que contraiu poliomielite ainda criança, e desde então perdeu todos os movimentos do corpo, com exceção da cabeça, e passa boa parte do dia dentro de uma máquina chamada "pulmão de ferro", que o mantém respirando. Dividindo seus dias entre a igreja e o trabalho, Mark começa a se sentir incomodado por desconhecer o sexo e resolve contratar a especialista em exercícios de consciência corporal Cheryl Cohen Greene, que irá ajudá-lo em seu descobrimento sexual. É uma trama muito intrigante e que nos faz olhar com outra perspectiva para as necessidades e desejos qualquer pessoa, seja ela como for.



É isso, queridos! Gostaram da lista? Acham que ficou faltando algum filme importante? Confesso para vocês que me peguei chorando várias vezes durante este post. Acho até que tô precisando de mais lencinhos e chocolate, quer um pouco? :)







27 outubro 2014

Resenha “The Strain”: Vampiros? Talvez!




Olá pessoal, o post de hoje vai ser sobre a série de terror/horror “The Strain”. Lançada em julho deste ano, a série está em sua primeira temporada e já foi renovada para uma segunda em 2015.  Num resumão bem rápido, a história começa assim: Um avião pousa no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, com as luzes apagadas e portas seladas.  Tudo muito estranho, e é aí que entra o epidemiologista Dr. Ephraim Goodweather e sua equipe, que são enviados para investigar e acabam encontrando 206 corpos e 4 sobreviventes à bordo da aeronave. A coisa fica realmente feia quando todos os corpos desaparecem, e Ephraim e seu grupo se veem lutando para proteger não só eles mesmos, mas toda a cidade, a partir de uma antiga ameaça para a humanidade. Parece bem legal, não é? Rs



A primeira coisa que chamou a minha atenção na série foi o fato dela ser uma produção de Guillermo Del Toro, adaptado dos livros “Trilogia da Escuridão” (que eu não li rs), mas me interessei muito e já coloquei na fila de livros que tenho como meta para ler. Não vou ficar dando detalhes que possam estragar a sua percepção em relação à série, pois quero aguçar a sua curiosidade a dar uma chance a esta produção que eu gostei muito, seus episódios possuem ação, drama, e muitas cenas fortes (como prometi não darei detalhes ou spoilers).  

Logo no primeiro episódio o mistério é colocado à prova e chama a atenção ao querer saber o que aconteceu com o avião. Riscos como terrorismo são colocados à prova, mas o que ninguém espera é que o avião está recheado de pessoas infectadas por algo bem estranho.  A série possui diversos personagens, a maioria americanos, mas mostra o quanto NY é diversificada e cheia de estrangeiros (tem mexicano, senegalenses e até argentino). Cada personagem é muito bem trabalhado e utilizado no decorrer da história, isso é um ponto muito positivo. Não que a série não contenha cenas vampirescas terríveis, porque existem várias, mas o drama e a forma como os personagens se interligam proporcionam algo além do visualmente interessante, você fica preso na história que é muito bem construída.

Vamos ao que a maioria das pessoas procura nestes tipos de seriados, as cenas de horror. Bom, os “vampiros” não são muito parecidos com os que costumamos ver, eles possuem uma espécie de glândula com dentes que sai da boca como um braço e gruda no pescoço das vitimas, é bem feio de se ver. Eu não encarei isto exatamente como uma série de vampiros e soube respeitar quem enxergou como uma, mas na minha singela opinião ela se trata mais de uma guerra epidemiológica, onde o “monstro” alfa quer levar a população do mundo ao caos, transformando todo mundo nessa espécie de monstros/zumbi/vampiro. 


No começo vi muitas críticas negativas na internet, dizendo que os “monstros” pareciam ter vindo da 25 de Março, mas é importante lembrar que esta foi só a primeira temporada e que com a próxima temporada terá maiores investimentos em efeitos (apesar de eu ter achado tudo bem realístico).
“The Strain” garante uma trama fantasiosa e apocalíptica, nos levando a imaginar como seria um evento mundial, com meios de comunicação comprometidos e ameaças terríveis que poderia dizimar a raça humana. Como eu amo estes tipos de histórias e séries, era exatamente o que faltava para coleção, pois já temos um apocalipse alienígena com “Falling Skies” (post em breve!) e zumbi, com “The Walking Dead”. 

Acho que o mais legal da história é trazer a verdadeira essência do que é um vampiro demoníaco e sedento por sangue, e transformar isso num possível fim do mundo ficou muito bom e vendável, uma vez que o seriado teve excelente crítica do público norte americano. No Brasil, “The Strain” será exibida pelo canal FX no ano que vem, e é definitivamente uma ótima indicação para os amantes de ficção. 


E é isso aí, espero não ter dado muitos spoilers! rs
Agora quero saber, ficou curioso(a)? Se gosta de séries apocalípticas e já viu “The Strain”, concorda comigo? Conta aí! Estou louco pra saber a opinião de alguém que já tenha visto e adorou assim como eu!



26 outubro 2014

Pura Brasilidade: Cantores e bandas que você precisa conhecer!

Ah, o domingo. Dia de macarrão, preguiça e "Pura Brasilidade", tem coisa melhor na vida? E para marcar essa delicia de dia eu resolvi trazer para vocês um post com meus cantores/bandas nacionais favoritos! É óbvio que eu não vou citar todos, já que esse post ficaria do tamanho de uma semana, mas vou me ater aos que eu conheci recentemente, para fazer vocês se apaixonarem também por esses amorzinhos. Todos prontos? Então aumenta o volume e curte essa playlist nacional, com cheirinho e gingado de Brasil!

1 - Cícero


Cícero Rosa Lins, também conhecido como Ciço (pros íntimos), é um cantor, compositor e príncipe brasileiro que lançou seu primeiro álbum em 2011, chamado "Canções de Apartamento". Seu segundo álbum, "Sábado", veio em 2013, mas você definitivamente precisa ouvir o primeiro! "Canções de Apartamento" foi a minha primeira impressão e foi por ele que eu me apaixonei. Cheguei até a conhecer "Sábado", mas não me chamou tanto atenção assim. Uma das minhas coisas favoritas sobre as músicas do Cícero são as letras, que mais se parecem poemas do que canções, e muitas vezes colocou em palavras tudo o que eu sentia. Se você não conhece nada dele ainda, dá o play e curte essa lindeza de clipe.





2 - Soulstripper

Desde que conheci essa banda ainda não encontrei um jeito de descrevê-la de outra maneira que não seja "diferente". Eles trazem toda uma pegada de "rock alternativo", com letras super incomuns e que realmente, fazem muito sentido hahaha Tá vendo? Eu disse que não sabia definir, então você vai ter que dar o play e ouvir pelo menos uma das músicas para saber do que eu to falando! Escolhi a minha favorita para deixar aqui, mas sinta-se intimado a procurar as outras que são tão boas quanto!





3 - Clarice Falcão


Eu aposto que você vai reconhecer esse rostinho de algum vídeo do "Portas dos Fundos", mas você sabia que ela canta? Eu também não sabia. Além de cantar e fazer graça (piadinha infame, só pra não perder o costume), Clarice atua, dirige, produz e escreve, é quase uma bombril! Seu primeiro e único álbum (até agora) foi lançado em 2013 e se chama "Monomania", e sim, você pre-ci-sa ouvir ele inteiro! Segue uma pequena amostra do que te aguarda, querida(o) amiga(o). E de nada! ;)





4 - Agridoce

De todos os listados aqui, acho que esse foi o primeiro que eu conheci, então tenho um carinho especial por ele. Se você ainda não conhece, Agridoce é um projeto paralelo da poderosa, adorada e diva Pitty, em parceria com o Martin Mendonça, que começou sem querer quando os dois resolveram gravar uma música juntos, só por diversão. E essa mistura ficou tão linda que rendeu um álbum inteiro, lançado em 2011, e muito tristemente ainda é filho único. Com o folk cravado nas veias, esse projeto faz a gente viajar em cada música. É uma coisa de outro mundo, então ouve aí!




5 - Los Hermanos

Não esperava por essa, não é? Sim, conheci Los Hermanos recentemente porque tinha um certo preconceito contra a banda. Não me julguem, nunca disse que era perfeita! O fato é: agora eu conheço, agora eu amo e acabou o preconceito. Acho que nem preciso falar muito desses caras, né? Pois bem, deixo aqui minha música favorita pra vocês curtirem :)





E acabou mais um "Pura Brasilidade"! Gostou? Me conta aí, quem são os seus cantores/bandas nacionais favoritos! 





25 outubro 2014

Efêmera

Efêmero: adj Que dura pouco; transitório; passageiro; sin breve; curto; fugaz; provisório; frágil; mortal. Parece só mais uma palavra com definição simples, não é? Eu também achava. Mas hoje descobri que ás vezes as palavras se transformam quando a gente pensa sobre elas, se transformam em sentimentos, algo muito mais nítido e profundo de se analisar.
Efêmera. Ouvi essa palavra ontem, sem querer, quando parei para ouvir uma música da Tulipa Ruiz. “Efêmera”, era esse o nome da música. E eis que ela simplesmente grudou na minha cabeça, feito jingle de comercial ruim, e então, sem ter outra alternativa, a peguei com todo o carinho e comecei a tratá-la como mais do que uma simples palavra, como uma verdade infinita. E o que eu acabei descobrindo? Ah, essa é a parte ruim da história. Acabei descobrindo uma das maiores agonias de minha vida, ser efêmera.
Já pensou sobre isso? Se você partisse amanhã, para outro lugar, plano ou mundo, o que sobraria de seu aqui? Você deixou alguma marca? Alguém vai se lembrar de você por mais tempo do que dura o luto? Ah, meu amigo, são essas perguntas que estão assombrando o meu ser desde então. E tudo por uma simples palavra...
Efêmera. Não é assim que eu quero ser, não quero durar apenas o tempo de uma lágrima. Eu quero ser eterna, eu quero que as pessoas se lembrem de mim com saudade, não só pelos primeiros 3 meses, mas pelas próximas décadas. Eu quero fazer algo notável, algo que mude o mundo, algo que mude o meu mundo ou o mundo de uma única outra pessoa.
Frágil, provisório e mortal. Assim somos todos, assim é a carne, a pele, os ossos, mas e a alma? E quem eu sou? E os sonhos que eu tenho? E os planos que eu fiz? Será que eu ajudei alguém? Será que eu fui importante? Será que, ao menos uma vez, eu fiz a diferença? E se eu não fiz, será que há tempo para fazer?
E você deve estar aí, se perguntando, “mas, afinal, o que ela quer? Um busto de bronze no meio da praça?”. E a resposta é sim, ou talvez não! Eu quero que alguém ouça o que eu tenho para dizer! Eu quero ser a tia favorita de alguém, a irmã favorita de alguém, a melhor amiga de alguém! Eu quero publicar um livro. Eu quero ensinar alguma coisa importante para as crianças. Eu quero saber o que é o amor. Eu quero ser mãe. Eu quero ter um milhão de cachorros. Eu quero ajudar alguém que precise. Eu quero ter minha casa. Eu quero poder dar um presente legal para minha mãe. Eu quero passar mais tempo com a família. Eu quero conhecer o mundo e quero que o mundo me conheça...
Isso é loucura? Se for, me diz! Eu preciso saber! Eu preciso saber se há algo mais lá fora, mais do que isso aqui, do que tudo o que me rodeia... Eu preciso saber que eu não sou descartável. Eu preciso de um lugar no mundo que me pertença. Eu preciso de algo para chamar de meu. Eu preciso de alguém para chamar de meu. Eu preciso...

Efêmera. Agora você consegue me entender? Você também sente a transformação? E quando isso acontece, meu querido, quando a palavra se transforma, já é tarde demais. Tarde demais para não sentir. Tarde demais para não ser, para não ver, para não sofrer... Será? Será que é tarde demais? Eu espero que não, sinceramente espero que não...

E então? Mais alguém se sentindo efêmero? Vem, se aconchega aqui no sofá e me conta o que achou do texto novo. Tô acabando de assar um bolo, quer um pedaço? ;)

23 outubro 2014

Resenha Annabelle : A Boneca que conquistou os brasileiros





É a Barbie? É a Susi? É a Peppa Pig? Não, é a tal da Annabelle. O longa dirigido por John R. Leonetti, produzido por James Wan, ganhou a confiança dos brasileiros e inundou as salas de cinema com gritos e sustos por todo país. Embora tenha sido proibido em algumas cidades no mundo, (é só dar uma googlada que aparece de cara rs) o filme por aqui foi bem recebido e alcançou faturou 7,7 milhões de reais no segundo final de semana em cartaz.


Mas vamos ao que realmente importa, rs. Com o filme em cartaz aqui na minha cidade, eu resolvi juntar toda minha coragem e fui até o cinema duas vezes especialmente para ver “Annabelle”, só para ter certeza de que eu não estava com medo. Meus amigos e familiares disseram que o filme era muito assustador, e na primeira vez fui com a impressão que veria algo pior que “Invocação do Mal”(2013), mas acabei não sentindo toda aquela emoção, que faz a gente ficar preocupado com as noites sem dormir (ok, exagerei! Não sou tão medroso assim vai rs). 


Fiquei apaixonado a primeira vista pela estética do filme, a ambientação, os cenários e os figurinos muito bem elaborados, a caracterização dos personagens e objetos espalhados pela casa eram bem característicos da época e conversavam totalmente com a linha temporal no qual o filme se passa. Ao analisar este viés do filme percebe-se muito a preocupação de tornar aquilo muito realístico e isso foi uma característica positiva e marcante na minha singela opinião, um quesito que se fez impecável. 


A história de “Annabelle” é anterior a “Invocação do Mal” e vai nos mostrar como a inocente boneca foi possuída por uma entidade demoníaca. Tudo começa quando John resolve dar uma boneca de presente para sua esposa Mia, que está grávida de sua primeira filha, a única coisa que John não sabia, era que a inocente boneca atrairia uma seita satanista, fazendo com que sua esposa fosse atacada por sua jovem vizinha, Annabelle Higgins e seu namorado, enquanto carregava a boneca no colo. John e a policia conseguem deter o casal, mas não antes de Annabelle se suicidar, deixando uma gota de seu sangue cair sobre a boneca, tornando assim a vida de John e Mia em um grande inferno. 


Várias coisas vão acontecendo no decorrer da história, e por mais que siga o clichê, “estou vendo coisas e ninguém acredita em mim” da maioria dos filmes deste segmento, o filme fisga a atenção pelo fato de seu grande diferencial e triunfo, a boneca. Acredito que as pessoas possuem certo medo fantasioso em relação à objetos e brinquedos, pois não é de hoje que esses queridos fazem parte do mundo do terror. Chuck foi um grande sucesso da década de 90 e até tentou se reerguer recentemente, mas não obteve sucesso. O fato da boneca não falar, andar, piscar e não fazer nada do que ela “deveria” fazer, torna o assunto mais interessante e o resto vem na imaginação das pessoas. 


As cenas assustadoras são muito boas, embora a que mais traria impacto foi divulgada logo no trailer, o que me fez perder a graça e deixar tudo super previsível e isso acontece várias outras vezes. O mais legal mesmo é assistir com alguém que não está acostumado com filmes desse tipo, o que é realmente uma diversão à parte, rs.


 Várias cenas do filme me remeteram a outros longas do mesmo nicho, mas prefiro não comentar aqui por que espero que vocês realmente se interessem para assistir essa super produção.. Mas também não sou tão durão com o James Wan e confesso que as cenas do guarda-roupa e da cortina me impressionaram muito, talvez pelo fato de na minha casa ter muitas cortinas. Desde então prometi a mim mesmo nunca mais dormir com as portas de um guarda-roupa aberta (essa você vai ter que assistir para entender, rsrs).


O filme é muito interessante, tem suas ressalvas, mas resumindo vale a pena ir ao cinema assistir e conferir de perto esta obra que atraiu centenas de pessoas para as telonas. E para quem curte assistir em casa minha dica é assistir com um volume bem alto, a intensidade será mais legal. O filme conquistou o Brasil, e embora tenha me decepcionado em alguns aspectos (por se tratar de um conto que se diz verídico) tive que conferir de perto (duas vezes), e confesso que muitos sustos estão garantidos!





E você, já assistiu? Gostou? Conta aí, que eu vou adorar saber se tem mais alguém que não ficou com medo da “Annabelle”!

21 outubro 2014

O amor está no ar: Estréia "O Melhor de Mim"

Olha quem cheguei! ahaha
Hoje estou aqui para falar com você, querida amiga(o) romântica(o), que adora uma história de amor e de preferência daquelas que fazem você pausar o filme e correr para buscar o lencinho. Sim, o post de hoje vem cheio de melação e amor pra dar. O motivo? Estréia do novo filme de Nicholas Sparks, o autor mais romântico desse mundo. "O Melhor de Mim", baseado no livro de mesmo nome, chega ás telonas dia 30 de outubro (conhecido como semana que vem) e promete nos fazer suspirar mais uma vez. Para quem já conhece os livros/filmes de Sparks, sabe bem que suas histórias são marcantes e fazem a gente desejar ter um benzinho daqueles, para quem ainda não conhece, vou contar um pouco mais sobre os filmes desse lindo ainda nesse post.
Pois bem, "O Melhor de Mim" irá nos apresentar a Amanda e Dawson que se conhecem ainda adolescentes e acabam se apaixonando, mas acontece que os pais de Amanda não aprovam o relacionamento e a vida se põe entre eles. Após 21 anos, Dawson sofre um terrível acidente e por um milagre acaba sobrevivendo, fazendo com que ele finalmente tente rever Amanda. E quando eles se reencontram, revivem toda aquela paixão do passado e percebem que o amor entre eles nunca morreu.
Confesso que já li alguns livros do Sparks e sempre acabo gostando muito mais dos filmes, e acho que "O Melhor de Mim" não será exceção, por isso estou esperando para ver somente o filme! Já disse para vocês que sou uma romântica incurável, e só este trailer já me deixou apaixonada (detalhe para "All of me" que é o tema da produção). Assistam o vídeo abaixo e vocês vão entender do que eu estou falando hahaha





Resumindo, estou ansiosíssima por esta estréia <3

Outras obras de Sparks nas telonas:

Aposto que vocês já devem ter ouvido falar de pelo menos um desses filmes, também baseados nas obras de Nicholas Sparks e que já fizeram muita gente chorar e sofrer (e até se inspirar) com suas lindas histórias de amor.

- Um Amor para Recomeçar

Esse só ta entrando aqui por ser um dos mais famosos, mas eu realmente não sou fã desse filme. Vamos então ao próximo hahaha


- Diário de Uma Paixão



Ah, esse é um dos meus filmes de romance favoritos do mundo! Aposto que todo mundo já o viu pelo menos uma vez, e se não viu, por favor, assistam! É uma das histórias mais lindas e emocionantes que eu já vi, e é estrelado por Ryan Gosling e Rachel McAdams, um casal super amorzinho que eu shippo* até hoje.


- Querido John

Esse também tem um cantinho especial no meu coração! Deixando claro que a maior parte desse cantinho é ocupado por Channing Tatum, por que né...

- A Última Música


Sinceramente, de todos os listados, esse todo mundo devia ver! Me lembro de ter visto pela primeira vez no colegial e foi de uma importância imensa para mim naquele ano. É uma história muito emocionante, então é melhor preparar seus lencinhos, mas vale muito a desidratação!

- Um Homem de Sorte


Ah, Logan! Sonho com ele até hoje. Se você (ainda) se lembra de High School Musical, com certeza vai ver Zac Efron com outros olhos depois desse filme! Já o assisti várias vezes e nunca me canso. Para as(os) fãs de romance, não pode deixar de ver esse!


- Um Porto Seguro



Esse é, definitivamente, o mais profundo de todos os filmes baseados nas obras de Sparks. É simplesmente sensacional, e quando termina você simplesmente fica petrificado de surpresa. Outra história magnífica do mestre do amor que você PRECISA ver!

Este não são todos os filmes, mas sim os mais famosos e meus favoritos e sim, você precisa assistir a todos eles um dia! Ficam aqui minhas dicas melosas de filmes românticos (meu tipo favorito) para vocês transbordarem de emoção! Viu, Brasil? Eu tenho um coração! hahaha

Curtiram meu momento amorzinho? Tá, mas não acostuma! haha
Agora senta aí e me conta as novidades! O que tá achando da casa? Tá ficando arrumadinha, né? Ó, tô te esperando pra outra visita, heim. Vê se não some! Beijos, queridos ;)

19 outubro 2014

Pura Brasilidade: Filmes Nacionais

E ai, queridos! Trago hoje para vocês uma Tag que vai estar bem presente no Blog, pois tenho vontade de escrever sobre ela há muito tempo. Todos os posts listados em "Pura Brasilidade" vão falar de coisas tipicamente brasileiras, que dão toda a cara e o charme ao nosso país tropical.
Para o primeiro post resolvi falar de Filmes Nacionais, que por muito tempo eu rejeitei bastante, mas que hoje em dia sei apreciar e entender melhor. Aqui vou listar alguns de meus filmes favoritos, junto de uma pequena sinopse e indicar só coisas boas para vocês!



1- O Homem do Futuro


Estrelado por Wagner Moura e Alinne Moraes, esse filme se tornou o meu favorito desde quando eu o assisti pela primeira vez. Numa mistura brilhante de ficção científica e comédia romântica, essa produção foge dos padrões de qualquer filme nacional que eu já tenha assistido. Lançado em 2011, o filme conta a história de João "Zero", um gênio da física que trabalha arduamente na criação de uma máquina capaz de produzir energia sustentável para todo o mundo. Mesmo tendo uma vida estável, João se lamenta há 20 anos por uma noite em que tudo deu errado e ele acabou perdendo o amor de sua vida. Quando seu projeto entra em crise, João tenta ativar sua máquina e provar que seu experimento funciona enquanto relembra todos os fatos daquela fatídica noite. Acontece que alguma coisa sai errado e ele se vê viajando no tempo para aquela mesma noite, tendo a oportunidade de mudar o passado e transformar a sua vida. É um filme sensacional, com um ótimo roteiro e efeitos bem agradáveis aos olhos, além de ter Wagner Moura cantando "Tempo Perdido" e "Creep". Se você não conhece, assista!


2 - Lisbela e o Prisioneiro

Me lembro de assistir esse filme desde sempre, em várias sessões da tarde e acho que foi o primeiro filme nacional que eu realmente gostei. Aposto que todo mundo já conhece um pouquinho desse filme, da menina que sonha com os galãs do cinema americano mas acaba de apaixonando pelo malandro Leléu. O filme é de 2003, mas nem parece! Se você nunca assistiu, não sabe o que tá perdendo! *Peço desculpas pela qualidade do vídeo, não achei nenhum melhor :/


3 - Minha mãe é uma peça


Este ficou bem conhecido nos últimos tempos dada a genialidade do humor de Paulo Gustavo. Essa comédia é de tirar o fôlego de tanto rir. É um filme leve, que dá pra ver com a família inteira e que faz muito bem o tipo de humor brasileiro. Se você ainda não viu, aproveita essa tarde preguiçosa de domingo e vem dar umas risadas com a Dona Hermínia.
Extras: Para não ficar apenas nas comédias, vou indicar outras nacionais que eu amo como bônus! Assistam também "Trair e coçar é só começar", "De pernas para o ar" e "Meu passado me condena".




4 - Central do Brasil



Eu sei que esse vai parecer bem clichê, mas como não se emocionar nesse filme? É uma das obras mais geniais do Brasil e traz a incomparável Fernanda Montenegro em uma de suas melhores atuações! Para aqueles que não fazem ideia do que se trata, esse filme conta a história de Dora (Fernanda Montenegro), uma senhora que trabalha na estação de trens Central do Brasil escrevendo cartas para pessoas analfabetas. Sempre sozinha, Dora leva sua vida simples sem ter que preocupar com ninguém, até que seu caminho e o do pequeno Josué se cruzam, quando o pequeno menino perde sua mãe em um acidente. Desamparado na cidade grande, Josué vai até Dora em busca de ajuda e assim eles partem em uma emocionante jornada em busca de conhecimento e felicidade.
Extra: Para não listar outro clássico, gostaria de citar também "O Auto da Compadecida", outro brasileiro digno de homenagem. Se você por algum motivo que eu desconheço não viu estes dois patrimônios nacionais, sinta-se intimado a fazê-lo! hahaha


5 - Saneamento Básico



Para terminar essa pequena lista, escolhi um filme que eu realmente acho intrigante. "Saneamento Básico" traz um roteiro completamente inusitado e te faz pensar no modo como o nosso país funciona. A história toda gira em torno na pequena vila de Linha Cristal e seus moradores que necessitam urgentemente de uma fossa para tratamento de esgoto e quando fazem o pedido à sub-prefeitura, são informados de que não há verbas para isso. Sem saber o que fazer, os moradores se juntam e descobrem que há uma verba de R$10 mil para a produção de um filme e se não for usado, será devolvido ao Governo. Assim, eles decidem produzir o filme e utilizar a verba para construir a fossa, mas esse projeto vai ser mais difícil do que eles imaginavam. Uma ótima comédia com fundo social, mas que não deixa de nos fazer dar boas gargalhadas.

Filmes que eu ainda não vi, mas quero ver e indico para vocês:


                                                                                                                                                               



E então, gostaram da tag "Pura Brasilidade"? Comenta aí o que achou do post. Aproveita e toma um gole dessa água de coco, que essa quentura tá de matar!                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     



18 outubro 2014

200 visualizações em 3 dias!

Vim aqui agora especialmente para contar à vocês como estou feliz! Este pequeno Blog, que é o começo da realização de um sonho e em apenas 3 dias conseguiu 200 visualizações! Quero dizer que devo tudo isso à vocês, que dedicaram um tempinho para dar uma olhadinha no que eu tenho à dizer! Vocês estão me deixando cada vez mais feliz e empolgada em continuar com projeto, melhorando um pouquinho de cada vez e nunca desistindo do que eu realmente quero!
Vocês são ótimos, obrigada pelo grande apoio! Espero que possamos construir um longo relacionamento, eu e vocês, crescendo cada dia mais!
Conto com vocês, benzinhos! :)


Indicação de Série: One Tree Hill

Séries, esse é um assunto que eu amo discutir em qualquer lugar e por isso não ia deixar de fazer isso aqui. Pensei muito em qual seria a primeira série da qual eu iria falar, uma que fosse importante na minha vida para poder indicar para vocês. Estava pensando nisso ontem à noite, e então, quando acordei hoje meu feed estava LO TA DO de imagens e vídeos da convenção de One Tree Hill que está acontecendo hoje (18) e amanhã (19) em Paris. Isso me deixou bem emotiva e morrendo de saudades dessa série que foi realmente um divisor de águas na minha vida, apesar de eu tê-la assistido este ano.
One Tree Hill é uma série de romance/drama que estreou em 2003, contando com 9 temporadas e que terminou em 2012. A série acompanha os passos de Lucas Scott (Chad Michael Murray), um estudante e morador de Tree Hill que nunca teve contato com o pai, Dan Scott, depois que este abandonou ele e sua mãe para formar uma nova família. As histórias começam a se desenrolar quando Lucas é convidado á entrar para os Ravens, o time de basquete da escola, onde seu irmão Nathan Scott (James Lafferty), filho de Dan e sua esposa Deb, é a estrela. A série foi uma produção da CW e transmitida no Brasil pelo SBT, com o nome de "Lances da Vida".
Lucas, que foi criado pela mãe, Karen, e o tio, Keith Scott, sempre nutriu mágoas pela história de seus pais e pelo fato de ter sido abandonado. Assim, quando ele entra para o time de basquete e todos os olhares se voltam para ele, Nathan perde um pouco de seu brilho e ambos passam a travar uma rixa por atenção. Mas os personagens acabam passando por muitas situações em que são obrigados a trabalhar em equipe e se conhecerem, e isso faz com que eles consigam se ver no lugar do outro e criar laços de um jeito que ninguém imaginava.
Nesse enredo somos apresentados à vários personagens que serão de grande importância na trama, como Haley James (Joy Lenz), melhor amiga de Lucas. Ela é uma menina tímida, filha de uma grande família, que sempre esteve ao lado de Lucas e tenta protegê-lo de todas as formas, e é assim que ela conhece Nathan, com quem virá a ter um relacionamento.
Outra personagem de grande importância é Peyton Sawyer (Hilarie Burton), namorada de Nathan, que tem um passado confuso e enfrenta muitas batalhas durante a série. Ela é a grande paixão de Lucas desde criança, mas muita coisa acontece até que esses dois possam se encontrar de uma forma pacífica. No começo, Peyton não era nem de longe a minha personagem favorita, mas as coisas vão acontecendo e você descobre que ela é só uma garota que já passou por várias coisas e que tenta, do seu jeitinho dark, manter-se firme e enfrentar a vida.
Não dá para falar de OTH sem mencionar a rainha da série, Brooke Davis (Sophia Bush). Brooke é a chefe das líderes de torcida, acumuladora de homens e de língua muito afiada. Minha paixão por ela nasceu logo nos primeiros episódios, por seu jeito sincero e espontâneo, mas foi com o crescimento da personagem que ela me conquistou. Quando você a conhece, descobre que tudo o que ela sempre quis foi um pouco de amor, coisa que ela nunca teve de seus pais. Brooke e Peyton formam uma amizade de dar inveja, que sobrevive à muitas coisas e que só vai se tornar ainda mais forte com a chegada de Haley.
As primeiras 4 temporadas de OTH se passam nos anos de escola dos personagens, em suas vidas como estudantes e seus dramas adolescentes. A partir da 5ª temporada nós vemos um salto de 4 anos, onde cada um deles tomou seu rumo, mas acabam se reencontrando em Tree Hill para resgatar velhos sentimentos e resolver histórias inacabadas.

Minha experiência com a série:

Como eu já mencionei, OTH teve um grande impacto na minha vida e me fez repensar vários valores, principalmente sobre relacionamentos. Me fez olhar com mais carinho para as minhas amizades e apreciar o amor de meus pais. Eu indico One Tree Hill com muito orgulho, pois foi uma série que me prendeu por um bom tempo e que fez eu me apaixonar por cada um dos personagens. São 9 temporadas de muitas surpresas, alegrias e lágrimas, por isso prepare os seus lencinhos! Indicação de amiga, assista OTH e eu garanto que você vai se apaixonar!

E aí, gostou da primeira série que eu indiquei? Já conhecia? Deixa um comentário aí e me diz qual a série que mais impactou na sua vida. Beijos, amores :)

17 outubro 2014

Aquele sobre a grande descoberta de algo que eu já sabia

Meio confuso esse título, não é? Eu sei, mas deixa ficar assim, pois é assim que a vida é: confusa! Espero que você não se espante com tantos pontos de exclamação ou de interrogação, tudo o que você lerá aqui veio da minha vasta especulação sobre a vida e seus mistérios, com todas as suas perguntas e certezas, como a que vos conto agora.
Era noite de sexta-feira, fim de junho quando parei para pensar no longo e conhecido discurso que minha mãe havia me dado há alguns dias atrás. Nunca vou conseguir citá-la com toda a honra e pompa merecidas, mas, em suma, suas falas se resumiam na grande questão “quando é que você vai arranjar um namorado?”. Esse é um tema frequente dos seus discursos desde que eu me entendo por gente (ou seja, desde meus 15 anos). Minha resposta sempre se baseia em “Mãe, eu nunca encontrei ninguém que valesse o esforço”. E fim de papo.
Só que eu nunca tinha parado para pensar nisso por mais de 15 minutos, e quando eu resolvi o fazer cheguei à seguinte conclusão: Eu não faço a menor ideia de como estar em um relacionamento que não seja comigo mesmo. É exatamente isso! Eu tenho medo, medo! E essa é uma resposta que eu nunca imaginei pra essa pergunta. Quais são as outras respostas? Okay, vamos listar. Por que você nunca teve ou tentou estar em um relacionamento com alguém? (essa é a pergunta). Resposta: Prezo a minha independência/liberdade. Claro que isso é verdade! Eu amo estar onde eu quiser, com quem eu quiser, bebendo o que eu quiser, chegando a hora que eu quiser, olhando quem eu quiser e (obviamente) beijando quem eu quiser sem ter de dar satisfações a um namorado. Ponto para o belo argumento, mas não era só isso.
Outra? Porque os homens não prestam! Uma bela resposta, não é? Sim, não, talvez... vamos deixar a generalização pra lá que esse não é ponto! Essa resposta sempre foi fraca demais! A próxima? Não conheci ninguém interessante o suficiente! Ah, essa é ótima! Para mim, a mais verdadeira de todas! Me desculpem todos os carinhas que já passaram pela minha vida, mas vocês são tão iguais! Mesmos hábitos, mesma linguagem, mesmas roupas, mesmo pensamento, mesmo desfile de ex’s e ainda frequentam os mesmos lugares. Ufa, né? Talvez isso só aconteça aqui, nessa pequena cidade em que vivo, com sua pequena população de 18 mil habitantes (dos quais eu conheço pelo menos ¾) e seu pequeno leque de homens disponíveis e interessantes pra mim.
Mais uma? Ah, acho que devemos parar por aqui, tenho um milhão de respostas como essas, e como você já viu, nenhuma delas é justa o suficiente. A verdadeira razão de eu nunca ter estado em um relacionamento (ou ao menos tentado) é que eu tenho medo! De quê, você deve estar se perguntando e eu vou te contar exatamente de quê! Eu tenho medo... (prepare-se para isso) do amor! Ficou surpresa, não é? Pois é, o amor é realmente assustador para mim.
Não fique aí pensando que eu sou uma pessoa fria, amarga e sem sentimentos, pois eu tenho sentimentos e muitos, isso inclui também o amor. Amo os meus pais, meus irmãos, minha família, meus amigos e meus cachorros, isso conta, não é? Mas aquele amor que você sente por alguém quando está apaixonada, aquele que faz seu coração doer de tão forte, esse me assusta!
Sabe as música do Nando? Do Los Hermanos? Ah, as letras do Bruno Mars! E aquelas trilhas sonoras de comédia romântica? Cara, elas me arrepiam até os ossos! Não fica com essa cara, eu amo todas essas coisas, mas elas assustam. Quer saber porquê? É amor demais! Mas espera, não me julga ainda que o maior segredo eu não contei. Sabe porque eu tenho tanto medo do amor? Ah, é porque eu quero isso tanto, tanto e tanto, que só de pensar em ter algo parecido me deixa paralisada de medo! Ta aí, meu grande segredo. Meio bobo, não acha?
Você já sentiu algo parecido com isso? De querer tanto uma coisa que te dá até medo de conseguir? Gostaria muito de saber, mas nunca perguntei isso à ninguém. Então eu me encho de amor alheio e fictício, que não machuca, não maltrata e não dói. Ah, John Legend e seu “All of me” ou “Just the way you are” do Bruno Mars já me fizeram sonhar tanto. Nathan e Haley com seu “always and forever” em One Tree Hill, ou Nelson Moss e Sara Deever em Doce Novembro, quem sabe até Elizabeth Bennet e Mr. Darcy em Orgulho e Preconceito. Teve uma pequena noção do meu ideal de amor? Era bem assim que eu queria que o amor realmente fosse. Talvez seja...
Romantizei demais, não é? Mas eu gosto de pensar assim, que o mundo é uma grande ficção, isso faz tudo parecer mais fácil de aceitar e não ter. Já tentou fazer isso com algo que você queira muito? Romantize isso num filme que você ame, e pronto! Perfeito e intocável! Mas não é sobre isso que eu quero falar, o fato é que infelizmente a vida não é assim, pelo menos não a minha! Vamos recapitular: eu desejo desesperadamente um amor, um desses de novela, um que toda menina sempre sonhou; minha mãe sonha com o dia em que eu estarei apaixonada e lhe apresentarei um belo príncipe; mas eu tenho medos desses sonhos, do meu e do minha mãe, então eu convenço a mim mesma que não quero nada disso e levanto a minha placa de mulher independente. Pronto, a receita da infelicidade!
Não, não estou sendo dramática, a vida é assim! Você já viu alguém ser feliz com medo? Já viu alguém sendo feliz sem amor? Ah, a solidão sempre foi o alicerce da infelicidade. Eu sempre acreditei em missão, destino e coisas deste tipo, e amar definitivamente é uma dessas tarefas universais, de todos nós. E você, acredita em quê? Acredita que o amor é essencial? Talvez não seja e eu não passe de uma romântica. Talvez não seja... talvez.

Curtiram meu primeiro texto? Escrevi esse tem um tempinho já e decidi compartilhar com vocês agora. Tô esperando seu comentário, viu? Senta ali e me conta o que achou de tudo. Vai, pode falar. Tô passando um café fresquinho pra gente...